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da excelência

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Viajando para Brasília

       Hemodiálise em trânsito

Venha nos visitar! Temos toda estrutura para atender pacientes renais em trânsito. Somos a única clínica do Centro-Oeste com o certificado de excelência ONA3 (nível máximo concedido pela Organização Nacional de Acreditação) além de proporcionar um estilo de vida único, adaptado às suas condições.

Nosso foco em segurança é tão grande que criamos um selo especial de diálise segura para que você sinta confiança ao se colocar sob os nossos cuidados ou ao trazer seu familiar para a clínica

Segurança do Paciente​

Cuidado redobrado com a saúde dos nossos pacientes

Segurança com a Equipe

Protocolos de atendimento com máxima segurança

Ambiente Seguro

Espaços seguros e descontaminados

Materiais e Equipamentos​

Segurança na gestão dos insumos e dos equipamentos

Transporte Seguro​

Transporte solidário que protege seus passageiros

O que é o transplante renal?

O transplante renal é considerado uma alternativa de substituição renal. Nele, um rim saudável é implantado no corpo do paciente com DRC e passa a exercer as funções de filtragem do sangue no organismo.

Como funciona um transplante de rim?

Nem todos os pacientes estão aptos a receber um novo rim. Eles devem fazer uma série de exames e após a indicação do médico, há a pesquisa por um doador compatível na família ou entrada na lista de espera nacional para receber o rim de um doador falecido.

Doadores vivos x doadores falecidos

Doadores vivos são pessoas saudáveis, da família ou não, que altruisticamente se propõem a doar um de seus órgãos visando o restabelecimento da saúde do paciente.

Doadores falecidos são aqueles que estão com morte cerebral declarada, cujos familiares acordam em ajudar outras pessoas ao adotarem a decisão pela doação de órgãos.

É importante que cada um de nós, em vida, deixemos expresso nossa postura quanto a sermos ou não potenciais doadores.

Quais são os cuidados para os pacientes transplantados?

É importante lembrar que o transplante não é uma cura para a doença renal crônica. Por isso, este tratamento precisa de alguns cuidados, como:

1. Tomar as medicações contra a rejeição diariamente;
2. Seguir as orientações de seus médicos;
3. Comparecer às consultas de acompanhamento regularmente;
4. Manter hábitos saudáveis (dieta, atividade física, sem tabagismo, etc)

Consulte o seu nefrologista

Aqui na CDRB contamos com 5 consultórios e nefrologistas prontos para serem seu apoio e referência nos cuidados renais.

O que é acesso vascular?

O acesso vascular é um sistema implantado ou criado cirurgicamente através do qual o sangue é extraído do organismo com segurança, transportado no circuito extracorpóreo e devolvido ao corpo.

Para que serve o acesso?

Por meio desse acesso vascular, será possível impulsionar o sangue por uma bomba até o filtro onde haverá a remoção das toxinas e do excesso de líquidos do sangue e seu retorno já filtrado para o paciente.

Como funciona?

Antes de iniciar a terapia renal substitutiva, se a modalidade escolhida/adequada for a hemodiálise, é fundamental pensar em como se fará isso: é necessário um acesso vascular para poder ser realizado este tratamento.

Esse acesso vascular pode ser:

  1. Cateter venoso central com duas/três vias de curta permanência;
  2. Cateter venoso central com duas/três vias de longa permanência;
  3. Fístula arteriovenosa, ou enxerto sintético com prótese sintética.

Cateter

É um material colocado em uma veia adequada e escolhida pelo nefrologista sob anestesia local. É uma opção para pacientes que não têm uma fístula e precisam fazer tratamento dialítico imediatamente.<br>

Fístula arteriovenosa (FAV)

É realizada através de ato cirúrgico em que ocorre a junção de uma artéria e uma veia para tornar a veia mais calibrosa e resistente. Esse procedimento possibilita a realização das sessões de hemodiálise.<br>

Prótese

É uma opção quando as veias são pequenas e frágeis e não é possível realizar uma fístula. Nesse caso, o cirurgião vascular coloca a prótese, que é um material sintético pertinente, permitindo a realização da hemodiálise.<br>

Sou paciente renal há mais de 20 anos. Realizo atividades de lazer que até então seriam consideradas proibidas para um paciente no meu estado clínico. Por utilizar cateter em decorrência do tratamento com CAPD, sou obrigado a tomar cuidados especiais na região abdominal. Com a ajuda de familiares, passo álcool […]

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